Monday, February 19, 2018

National Symposium - Iasi, Romania

In the framework of National Symposium "Successful educational practices in early education" organized by ISJ Iasi and CCD Iasi which it aimed to highlight the teachers' concerns for increasing the quality of education in early education, our team presented the work "Early education civic dimension developed through Erasmus + European Project - "From the forest to the sea!" 











Tuesday, January 30, 2018

Belgium Story in Portuguese Language

Floepje e a água

No meio de uma grande Floresta vivia um animal muito estranho. O seu nome era Floepje. Nadava como um peixe e voava como um pássaro. Floepje também sabia correr, mas não era muito rápido. Ele vivia num bonito lago com água muito cristalina.
Certo dia, Floepje decidiu que gostava de partir numa grande Aventura. Pegou na sua mochila, onde colocou alguma comida, e partiu.
O seu amigo caracol Sloompie partiu com ele.
Após caminharem bastante, estavam os dois cansados e com muita fome. Sentados no chão, comeram a comida que levavam na mochila.
- Não posso caminhar mais, estou demasiado cansado. Vai sem mim! -disse o seu amigo Sloompie.
- Também não consigo caminhar mais. -respondeu o Floepje. – Mas posso voar! Não posso levar a mochila comigo, é demasiado pesada.
- Eu tomo conta da tua mochila até regressares. -disse-lhe o Sloompie.
- Boa!!! -respondeu o Floepje todo sorridente. Eu encontrarei qualquer coisa para comer, ao longo da viagem.
E assim, Floepje bateu as asas e voou bem alto no céu, voou para bem longe da Floresta. Começou a ver casas… era uma vila com um rio a atravessá-la.
- Yuppi!!! -gritou o Floepje. – Vou dar um bom mergulho naquela água!
E mergulhou. Nadou, nadou e viu passar por ele um peixe.
- Bom dia Senhor Peixe, como está? - perguntou o Floepje.
- Mal, muito mal. Estou doente! Esta água não está boa, está muito suja.
- Oh não!!! -gritou o Floepje. - Eu gosto tanto disto! – exclamou, continuando a nadar.
De imediato, ficou com dores de cabeça e de estômago, os seus olhos ardiam…tudo lhe doía e mal se conseguia mexer.
Nadou até à superfície para apanhar um pouco de ar. Agarrou-se à erva que crescia na margem do rio e murmurou:
- Ajuda-me, estou muito doente!
Estava tão adoentado que começou a chorar.
Por sorte, Bert e Lien, quando saíam da escola, passavam sempre à beira do rio e viram Floepje.
- Olha! -gritou o Bert. – Estou a ver um pequeno animal, vou apanhá-lo.
- Cuidado! -pediu Lien. – Toma, agarra-te a esta corda para que não caias na água.
Bert atou a corda à volta da cintura e Lien pegou na outra ponta e enrolou-a à volta de uma árvore que ali estava. Bert aproximou-se, com muito cuidado, da beirinha da água e apanhou o Floepje com o seu boné.
- Boa, está salvo! -festejou o Bert.
- Obrigada. -agradeceu o Floepje. – Estou tão doente, por causa desta água suja. Quem conseguirá curar-me?
- Vamos pedir ajuda ao meu pai. -disse o Lien. – Ele trabalha num centro de limpeza ambiental, e neste momento estão a tratar desta água poluída. Ele vai ajudar-nos.
As duas crianças correram ao encontro do pai de Lien.
Assim que percebeu o que se estava a passar, o  pai de Lien foi buscar uma  taça com água limpa e algumas plantas.
Lien colocou lá dentro o Floepje, deu-lhe um beijinho e ordenou-lhe:
- Agora descansa um pouco!
No dia seguinte, Floepje sentia-se muito melhor.
- Yuppi!!! O nosso pequeno amigo está curado! –gritaram em simultâneo  as duas crianças.
- Pai, como é que a água do rio ficou poluída? –perguntaram preocupados Bert e Lien.
- São as pessoas que sujam a água. -respondeu o pai do Lien. – Quando limpamos as nossas casas, a nossa loiça ou quando vamos à casa de banho, poluímos a água do rio. A água vai das nossas casas, através de canos, por baixo da terra até desaguar no rio. Também o excremento dos animais, como o das vacas e dos porcos, é despejado no rio. Há, ainda, fábricas que produzem plástico, tintas, aço e outros produtos que depositam no rio os seus resíduos e envenenam a sua água.
- E as fábricas que constroem brinquedos? -perguntou o Bert.
- Sim, essas também. -respondeu o pai de Lien.
- As pessoas podem tratar a água do rio e transformá-la em água limpa, outra vez? -perguntou Floepje.
- Claro que sim. -disse o pai de Lien. – Mas não é muito fácil. Agora, no centro de limpeza ambiental, estamos a colocar novos canos, por baixo da terra, que levarão as águas poluídas para uns tanques enormes, onde serão tratadas e só depois serão escoadas para os rios.
O pai de Lien, entusiasmado, continuou a explicar-lhes:
- Teremos de ser mais cuidadosos com a água que gastamos e não deveremos despejar óleos, tintas e produtos tóxicos nos canos da água. Deveremos levar esses produtos para os centros de reciclagem. As fábricas deverão ter o cuidado de desinfetar as descargas que irão para os rios. Os agricultores deverão ter cuidado com o estrume dos seus animais. Se todos tivermos cuidado, seremos bem-sucedidos e não haverá poluição nas águas dos rios.
- Nós seremos mais cuidadosos e não deitaremos lixo no rio. – prometeram os dois amigos.
-Será fantástico! Não voltarei a ficar doente quando nadar nestas águas, e os meus amigos peixes ficarão saudáveis! –exclamou o Floepje todo contente.
Floepje adorou conhecer novos amigos, mas sentia muitas saudades de casa. Queria voltar rapidamente para o lago no meio da Floresta, reencontrar o Sloompie, que ficara a tomar conta da sua mochila e que provavelmente estaria preocupado com a sua demora.
Floepje, agradeceu a Lien e Bert,  despediu-se e preparou-se para partir.
- Voltas um dia para nos visitar? – perguntaram, em coro, as duas crianças.

- Claro que sim. -afirmou Floepje. – Lembrar-me-ei sempre de vós, meus bons amigos, e voltarei todos os anos. Adeus!

Belgium Story in Portuguese language

O problema da formiga 
Era uma vez uma formiga que tinha um  problema:
“'Kgg! Arr! Nnh! Pft!”… A pequena formiga transpirava por todo o lado. Estava esgotada! Tentava carregar aquele delicioso lanche (uma linda cereja).
- Para que serve toda esta comida, senão consigo arrastá-la até à minha casa?! - pensou a formiga. - Esta cereja deliciosa não se mexe nem um bocadinho.
A formiga considerava-se muito forte, mesmo muito forte.

Não queria pequenas migalhas de pão nem uma folha saborosa. Queria apenas aquela linda cereja! 
Passava, por ali perto, um caracol que ao ver a formiga carregada perguntou-lhe:
- Olá formiga, mas que belo lanche que aí levas! Essa cereja tem um aspeto delicioso!
A formiga respondeu:
- É verdade, o problema é que é muito pesada para mim e demasiado grande para entrar na minha casinha.
- Eu posso ajudar! – retorquiu o caracol. – Mas depois também quero um bocadinho de cereja.
- Nem penses nisso! – exclamou prontamente a formiga. - Fui eu que a encontrei e por isso ela é minha!
O Caracol olhou para a formiga com desprezo e lentamente afastou-se.
A formiga voltou à sua tarefa e …
- Huumm, tenho de pensar como posso resolver isto… Se eu escavar um rego na terra, talvez consiga que a cereja deslize até à minha casinha. Força nisso!! A formiga começa a escavar, a escavar, mas quanto mais escavava mais a cereja lhe pesava nas costas.
- Ora bolas!! Isto não está a resultar. -pensou a formiga ao mesmo tempo que tentava escapar por baixo da cereja.
Passava por ali perto o grilo Cri-Cri e ao ver a formiga perguntou-lhe:
- O que estás a fazer?
- Olá Cri-Cri, encontrei esta deliciosa cereja e estou a tentar levá-la para minha casa.
- Ui! Acho que isso não está a correr nada bem! – exclamou  o grilo.
- Essa cereja parece-me demasiado pesada para a levares sozinha. Dou-te uma ajudinha em troca de um bocadinho de cereja.
- Não!!!! Nem penses nisso!!! – gritou a formiga. Esta cereja é minha, só minha!!!.
- Como queiras. -respondeu o grilo, seguindo o seu caminho.
A formiga, pensou…pensou…pensou…e:
- Se eu colocar um galho por baixo da cereja talvez resulte! Assim posso levantar a cereja e ela começará a rebolar.
Começou imediatamente à procura de um pequeno galho para colocar debaixo da cereja.
- Krrr! Arrgh! Nnnh! Com muito esforço tentou pôr o galho debaixo da cereja, mas sem sucesso.
- Não consigo! Ou eu sou muito pequena e demasiado leve ou esta cereja é mesmo pesada. Por este andar, nunca conseguirei levar a cereja para minha casa!
BZZZZZZZZZ. Curiosamente,  voava por ali perto uma abelha.
- Olá formiga, andas muito atarefada!
- Olá abelha! -respondeu a formiga. - Estou a tentar levar esta linda e saborosa cereja para casa, mas não sou capaz!
- Eu posso ajudar-te, mas em troca dás-me um bocadinho dessa delícia! -disse-lhe a abelha.
- Olha abelha, não és a primeira a oferecer-me ajuda, mas eu encontrei esta cereja e quero-a só para mim.
- Ok, Ok! Força, então! Mas de que te vale teres a cereja se não a consegues levar para tua casa? De qualquer modo, isso é grande demais para ti.
A formiga pensou no que acabara de ouvir. A abelha tinha razão no que dizia.  - A cereja é enorme! Eu sozinha, nunca conseguirei comê-la toda, e muito menos levá-la para casa. Tenho de resolver isto de outra maneira.
E de repente teve uma ideia brilhante!
A formiga chamou o caracol, o grilo e a abelha e disse-lhes:
- Tive uma ideia brilhante. Se me ajudarem, faremos uma grande festa, em minha casa, e toda a gente poderá comer um pouco da cereja!
- Yuppi!!! – gritaram todos ao mesmo tempo, festejando a grande ideia.
Assim, os quatro amigos uniram esforços.
O caracol empurrava a cereja com a sua casa, o grilo empurrava a cereja como podia, a formiga e a abelha ficaram no topo da cereja e rolavam a cereja com as suas patas compridas.
Foi uma tarefa difícil levar a cereja até à casa da formiga. Mas ela estava tão feliz e aliviada que convidou todos para o jantar e juntos divertiram-se imenso.

Monday, January 29, 2018

Belgium story in English language

Ant has a problem


Ant has a problem. ‘Kgg! Arr! Nnh! Pft!’ The ant sweat drips from Ant. Exhausted, he leans against his snack. ‘This is no use. This delicious cherry won’t move an ant’s foot.’ Yet Ant is strong, very strong. He doesn’t bother for a breadcrumb or a tasty leaf. But this cherry is too much to handle, even for him.

Snail crawls by. ‘Hallo Ant. What a delicious snack do you have there?’ ‘A delicious, sweet cherry’, Ant answers. ‘The problem is that it’s too heavy to drag to my little house’. ‘I’d like to help’, Snail says, ‘but then I’d want a piece of it.’ ‘Don’t even think about it’, Ant says, ‘I’ve found this cherry, and she’s mine!’ ‘Suit yourself’, Snail answers disappointedly, and she moves along slowly.

Ant goes back to work. ‘Mmm, let me think. If I dig a gutter underneath my snack, it might roll to my little house on its own.’ Zealously, Ant starts digging. But the deeper he digs, the harder does the cherry weigh on his ant body. ‘Mmph! I almost got crushed. This is not working.’ With some effort, Ant crawls away from under the cherry.

Cricket chirps by. ‘Hallo Ant. What are you doing?’ ‘Hi Cricket. I’ve found this delicious snack and I try to get it home’, Ant sighs. ‘It seems like it’s not going so well’, Cricket says. ‘It looks very heavy. In exchange for a piece I will help you.’ ‘Never!’ Ant shouts. ‘This snack is mine, and mine alone!’ ‘As you wish’, chirps Cricket, and he goes on his way.

‘What if I put a long twig under the cherry?’ Ant thinks. ‘Who knows, perhaps I can lift my cherry so it will start rolling.’ Ant starts looking for a long twig. With a lot of effort he puts the twig under the cherry. ‘Krrr! Arrgh! Nnnh!’ Ant dangles at the end of the twig. The pulls and pulls, but his snack won’t move an inch. Either I’m too flimsy, or the cherry is too heavy. This way I’ll never get my catch to my little house.’

‘Zzzzzoemmmm.’ Curiously, Bee flies to Ant and his giant snack. ‘Hallo Ant. You are working so hard.’ ‘Hi Bee’, Ant says, ‘I’m trying to get this delicious snack home, but no matter what I try, I won’t succeed.’ ‘I’ll help you’, Bee says, ‘in exchange of a piece of that sweet cherry.’ ‘You’re not the first to offer your help’, Ant answers, ‘but I’ve found this cherry and I want her only for me.’ ‘Okay, okay’, Bee says, ‘you go ahead. But what’s the use to have the cherry if you can’t get her to your home. Besides, that chunk is way too big for just you.’

Ant has to think about that for a while. ‘On some level, Bee is right. That cherry really is huge. I could never eat it by myself. And I can’t bring her to my house on my own. I need to solve this another way.’ A light goes on in Ant’s head. ‘I’ve got an idea!’

He calls Snail, Cricket and Bee. ‘I’ve got an idea’, Ant says. ‘If you’ll help me, we will have a party at home and everyone can eat the tasty cherry.’ ‘Yippee!’ Snail, Cricket and Bee are cheering. The four friends combine their strengths. Snail pushes her house against the cherry, Cricket pushes with his strong shield, while Ant and Bee stand on top of the cherry and push with their strong legs. It’s hard work. Eventually they succeed in bringing the cherry to Ant’s home.

Ant is so happy and relieved that he invites the whole ant family to the diner party. Together they have a great time!
  

Belgium story in English language

Floepje and the water

In the middle of a large forest lives a weird little animal. Its name is Floepje. It swims like a fish and flies like a bird. Floepje can run as well, but not fast. He lives in a beautiful pond with clear water. One day, Floepje wants to go on an adventure. Floepje takes his backpack, puts food in it and leaves. His friend, Sloompje the snail, goes along with him.

After walking for a very long time they are both tired. They are very hungry. They eat the food from the backpack en rest in the grass. “I can’t go further, I’m too tired”, Sloompje says, “go on without me”. “I also can’t walk any further”, Floepje says, “but I can fly. What should I do with my backpack? It’s too heavy to carry on my back when I fly”. “I’ll take care of your backpack until you come back”, Sloompje says. “Good”, Floepje smiles, “I’ll find something to eat along the way”.

He flutters his wings and flies high in the sky. Floepje flies very far beyond the forest. Suddenly, he sees houses from people. A whole village. Across the village is a small river. “Yippee”, Floepje shouts, “I’ll take a cool splash in the water, that’s nice”. He dives into the water.

He swims and swims and likes it a lot. Suddenly, a fish passes by. “Good day, mister fish, how are you?” Floepje asks. “Bad”, the fish says, “I’m ill. The water is not healthy here, it’s filthy”.
“Oh no”, Floepje shouts, “I like it here!” and he swims along cheerfully.

All of the sudden, he has a headache, and a stomach ache, and his eyes itch. Everything hurts and he almost can’t move anymore. He swims up to the surface to get some air. He holds on to the grass that grows by the side of the river. “Help, I’m so ill, I’m dying”, Floepje cries.
Luckily, Bert and Lien pass by. After school they are always walking home by the water. “Look”, Bert calls out, “I see a little animal. I’ll go grab it.”

“Careful”, Lien says. “Here, tie my jumping rope around your tummy, so you won’t fall into the water.” Bert ties the end of the rope around his tummy and Lien ties the other end to a tree. Bert carefully approaches the riverside.
He fishes Floepje out of the water with his cap. “Hurray, he’s saved”, Bert cheers. “Thank you”, Floepje says, “but I’m so ill of the filthy water. Who can cure me?”

“Come on”, Lien says, “let’s go to my father. He works at the Flemish environmental community. They try to clean the filthy water. He’ll help us.”
The children run to Lien’s father with Floepje. Her dad fetches a bowl with clean water and a few water plants. Lien puts Floepje in the bowl. “You rest now”, she says and gives Floepje a kiss.

The next day, Floepje is feeling a lot better. “Hurray, our little friend is cured”, the children shout.
“But daddy, how is the water in the river so filthy”, they ask. “The people make the water filthy”, he responds. “When we clean our floors, do dishes or go to the toilet, we pollute the water. That filthy water runs through the pipelines under the ground to the river. That’s what makes the river so grubby.”
“Also, the dung from the cows and the pigs gets in the water sometimes. People build factories where they make anything: plastic, paint, iron, electricity, … Filthy water and poison from those factories also end up in the river through the pipelines.”
“Even the factories that make candy and toys?” Bert asks. “Yes, sometimes”, Lien’s dad answers.

“Do the people try to make the rivers clean again?” Floepje asks. “Sure”, Lien’s father says, “but that’s no so easily done. They build large round tanks where all the filthy water fits in. In those tanks the water is cleaned. They put new pipelines into the ground. This way, the filthy water from the kitchen and the toilet goes into the tanks instead of to the river.”
“We should use less tap water. And we should definitely not throw oil, paint or poison in the water. That belongs in the recycling centre. The factories should also clean their water as much as possible before it streams into the river. The farmers should use less manure on their acres. If everyone tries hard, we will succeed!”

“We will also try hard and not throw rubbish in the river”, Lien en Bert say.
“That’s good”, Floepje smiles, “then I won’t be ill again when I swim in the water. And neither will my friends the fishes.”

Floepje likes spending time with Lien and Bert. But most of all, he wants to go home. To his pond in the forest, to Sloompje, who is still taking care of his backpack and starts to worry about Floepje.

Floepjes says goodbye to Lien and Bert. “Will you come back later?” the children ask him. “Yes, of course”, Floepje says, “we will always remain good friends and I’ll visit every year. Bye!”   

Belgium story in Estonian language

Sipelgal on probleem


Sipelgal on probleem. „Kgg! Arr! Nnh! Pft!“ Higi voolab sipelgal. Väsinult toetub ta oma söögile. „Sellest pole kasu. See maitsev kirss ei liigu“. Kuid sipelgas on tugev, väga tugev. Ta ei vaevu leivapuru või maitsva lehega. Kuid see kirss on liiga suur, isegi tema jaoks.

Tigu roomab mööda. „Tere sipelgas. Milline maitsev suupiste sul seal on?“. „Maitsev, magus kirss“, vastab sipelgas. „Probleem on selles, et on liiga raske, et oma väikesesse majja tirida“. „Ma tahaksin sind aidata,“ ütleb tigu, „aga siis ma tahan sellest väikest tükki.“ „Ära isegi mõtle sellele,“ ütleb sipelgas: „Mina leidsin selle kirsi ja ta on minu oma!“. „Ise tead“, vastab tigu pettunult ja liigub aeglaselt minema.

Sipelgas töötab edasi. „Mmm, las ma mõtlen. Kui ma kaevan kanali oma suupiste alla, siis võib see ise veereda minu majja.“ Rahulikult hakkab sipelgas kaevama. Kuid mida sügavamale ta kaevab, seda raskem tundub kirss sipelga kehale. „Mmph! Mind peaagu lömastati. See ei toimi.“ Mõnede pingutustega ronib sipelgas kirsi alt välja.

Kilk hüppab mööda. „Tere sipelgas. Mida sa teed?“. „Hei kilk. Ma leidsin selle maitsva suupiste ja püüan seda koju saada“, ohkab sipelgas. „Tundub, et see ei lähe nii hästi,“ ütleb kilk. „See tundub väga raske. Ma saaksin teid aidata ning vastutasuks tahaksin tükki kirsist.“ „Mitte kunagi!“ hüüab sipelgas, „See suupiste on minu ja ainult minu!“ „Nagu soovid“, siristab kilk ja läheb oma teed.

„Mis siis, kui ma panen kirsi alla pika oksarao?“ mõtleb sipelgas. „Kes teab, võibolla ma saan tõsta oma kirssi nii, et see hakkab veerema.“ Sipelgas hakkab otsima pikka oksaraagu. Suure pingutusega saab ta oksarao kirsi alla. „Krrr! Arrgh! Nnnh!“ Sipelgas kõlgub oksarao otsas. Ta muudkui tõmbab ja tõmbab, kuid tema suupiste ei liigu tolligi. „Kas mina olen liiga kerge või on kirss liiga raske. Nii ei saa mu saak kunagi minu väikesesse maja.“

„Zzzzzoemmmm.“ Uudishimulik mesilane lendab sipelga ja tema hiiglasliku suupiste juurde. „Tere sipelgas. Sa töötad nii kõvasti.“ „Tere mesilane“ ütleb sipelgas: „Ma üritan seda maitsvat suupistet koju saada, kuid ükskõik, mida ma üritan, ei õnnestu.“ „Ma aitan sind“, ütleb mesilane „vastutasuks soovin selle magusa kirsi tükki.“ „Sa ei ole esimene, kes oma abi pakub,“ vastas sipelgas, „aga mina leidsin selle kirsi ja ma tahan seda ainult endale.“ „Hea küll, hea küll, "ütleb mesilane, „mine pealegi. Kuid mis kasu on sul sellest kirsist, kui sa seda koju ei saa. Pealegi on see liiga suur kamakas sinu jaoks.“

Sipelgas peab mõnda aega mõtlema. „Mõnes mõttes oli mesilasel õigus. See kirss on tõesti tohutu. Ma ei saaks kunagi seda ise kõike ära süüa. Ja ma ei saa teda oma majja viia üksinda. Ma pean seda teistmoodi lahendama.“ Üks mõte tuleb sipelgale pähe. „Mul on idee!“

Ta kutsub teo, kilgi ja mesilase. „Mul on idee,“ ütleb sipelgas. „Kui te mind aitate, siis peame minu kodus suure peo ja kõik saavad süüa maitsvat kirssi.“ „Yippee!“ rõõmustavad tigu, kilk ja mesilane. Neli sõpra ühendavad oma jõud. Tigu surub oma maja kirsi vastu, kilk surub oma tugeva kilbiga, samal ajal kui sipelgas ja mesilane seisavad kirssi peal ning suruvad oma tugevate jalgadega. See on raske töö. Lõppkokkuvõttes õnnestub neil kirss sipelga koju tuua.

Sipelgas on nii õnnelik ja kergendust tundev, et ta kutsub kogu sipelgapere söögipeole. Kõik koos veedetakse suurepäraselt aega!

Belgium story in Estonian language

Floepje ja vesi (Eestis: Lope ja vesi)

Keset suurt metsa elab imelik väike loomake. Kelle nimi on Floepje. Ta ujub nagu kala ja lendab nagu lind. Floepje võib ka joosta, kuid mitte eriti kiiresti. Ta elab kaunis tiigis, kus on selge puhas vesi. Ühel päeval soovib Floepje minna seiklema. Floepje võtab oma seljakoti, paneb sinna toitu ja asub teele. Tema sõber tigu Sloompje läheb koos temaga.

Pärast väga pikka aega kõndimist, on nad mõlemad väsinud ja väga näljased. Nad söövad toitu seljakotist ja puhkavad rohul.
"Ma ei saa minna edasi, ma olen liiga väsinud", ütleb Sloompje: "mine ilma minuta".
"Ma ka ei saa enam edasi kõndida," ütleb Floepje, "aga ma saan lennata. Mida ma peaksin oma seljakotiga tegema? See on liiga raske kanda seljas, kui ma lendan".
"Ma hoolitsen su seljakoti eest, kuni sa tagasi tuled," ütleb Sloompje.
"Väga hea", Floepje naeratab: "Ma leian midagi söödavat tee peal".

Ta lehvitab oma tiibu ja lendab kõrgel taevas. Floepje lendab väga kaugele metsast. Äkitselt näeb ta inimeste maju. Terve küla. Teispool küla on väike jõgi.
"Yippee", hüüab Floepje: "Võtan jaheda supluse vees, see on tore". Ja sukeldub vette.

Ta ujub ja ujub ning see meeldib talle väga. Järsku üks kala möödub.
"Ilusat päev, härra kala, kuidas sul läheb?" Küsib Floepje.
"Halvasti", vastab kala: "Olen haige. Vesi ei ole siin tervislik, see on räpane".
"Oh ei", hüüab Floepje: "Mulle meeldib siin!" Ja ujub rõõmsalt edasi.

Järsku on tal peavalu ja kõhuvalu ning tema silmad kipitavad. Terve keha valutab ja peaaegu ei saa enam liikuda. Ta ujub pinnale, et saada õhku. Ta hoiab jõe külgedel kasvavast rohust kinni.
"Appi, ma olen nii haige, ma olen suremas".
Õnneks Bert ja Lien lähevad sealt mööda. Pärast kooli nad alati jalutavad koju jõe äärt pidi. "Vaata," hüüab Bert, "ma näen väikest looma. Ma lähen aitan teda. "

"Ettevaatlikult", ütleb Lien. "võta, seo mu hüppenööri ots ümber oma kõhu, et sa vette ei kukuks“. Bert seob nööri otsa oma kõhu ümber ja Lien seob teise otsa puu külge. Bert läheneb ettevaatlikult jõekaldale.
Ta õngitseb Floepje veest välja oma mütsiga.
"Hurraa, ta on päästetud", Bert rõõmustab.
"Tänan teid," ütleb Floepje, "aga ma olen nii haige sellest räpasest veest. Kes saab mind ravida? "

"Tule," ütleb Lien, "lähme mu isa juurde. Ta töötab Flaami keskkonna teenistuses. Nad püüavad puhastada seda saastatud vett. Ta aitab meid. "
Lapsed jooksevad Lien´i isa juurde Floepje´ga. Tema isa toob kausi puhta veega ja mõned veetaimed. Lien paneb Floepje kaussi.
"Sina nüüd puhka", ütleb ta ja annab Floepje´le musi.

Järgmisel päeval tunneb Floepje ennast palju paremini.
"Hurraa, meie väike sõber on ravitud", hüüavad lapsed.
"Aga isa, miks on vesi jões nii saastatud", küsivad nad.
"Inimesed muudavad vee räpaseks", vastab ta. "Kui puhastame põrandaid, peseme nõusid või käime tualetis, siis saastame vett. See saastatud vesi liigub maa all läbi torude jõkke. See teebki jõe nii mustaks. Ka lehmade ja sigade sõnnik satub mõnikord vette. Inimesed ehitavad tehaseid, kus nad teevad kõike: plastikut, värvi, rauda, elektrit ... Räpane vesi ja mürgid nendest tehastest jõuavad jõkke torude kaudu".
"Isegi tehased, mis teevad kommi ja mänguasju?" Küsib Bert.
"Jah, mõnikord", vastab Lien´i isa.

"Kas inimesed püüavad jõgesid uuesti puhastada?" Küsib Floepje.
"Muidugi", vastab Lien´i isa, "aga seda pole nii lihtne teha. Nad ehitavad suured ümmargused mahutid, kuhu kogu must vesi sisse mahub. Nendes paakides puhastataksegi vesi. Nad panevad uued torud maasse. Nii jõuab köögi ja tualeti must vesi läbi torude mahutisse, mitte jõkke. Peaksime kasutama vähem kraanivett. Ja me ei tohiks kindlasti õli, värvi või mürki vette visata. See kuulub taaskasutuskeskusesse. Tehased peaksid ka oma veed puhastama nii palju kui võimalik enne kui see jõkke voolab. Põllumajandustootjad peaksid oma maadel kasutama vähem sõnnikut. Kui kõik püüavad kõvasti, siis see õnnestub meil! "

Meie ka püüame kõvasti ning ei viska prügi jõkke“ , ütlevad Lien ja Bert.
See on hea“ , Floepje naeratab, „siis ei jää ma uuesti haigeks kui ujun vees. Ning samuti mu sõbrad kalad.“

Floepje´le meeldib Lien´iga ja Bert´iga aega veeta. Aga kõige rohkem tahaks ta koju minna. Oma tiiki metsas Sloompje juures, kes tema seljakoti eest hoolitseb ning kes hakkab Floepje pärast muretsema.
Floepje jätab hüvasti Lein´i ja Bert´iga.
Kas sa tuled veel tagasi?“ küsivad lapsed.

Jah, muidugi“, vastab Floepje, „me jääme alati headeks sõpradeks ja külastan teid igal aastal. Head aega!“.

Sunday, January 28, 2018

Belgium story 2 in Romanian language



Furnică are o problemă

Furnică are o problemă.
-         ‘Kgg! Arr! Nnh! Pft!
Transpiraţia curge de pe Furnică. Extenuat, se întinde după gustarea lui.
-         N-are nici un rost. Această cireaşă delicioasă nu va fi mişcată de piciorul unei furnici.
Furnică este încă puternic, foarte puternic. Nu-şi face griji pentru o prăjitură sau o frunză gustoasă dar această cireaşă este prea grea de manevrat chiar şi pentru el.       
Melcul se târăşte spre ea.
-         Salut Furnică! Ce gustare delicoasă ai acolo?
-         O cireaşă dulce delicioasă, răspunde Furnică. Problemă e că este prea grea ca să o car la căsuţa mea.
-         Aş vrea să te ajut dar apoi aş dori o bucăţică din ea! spune Melc.
-         Nici să nu te gândeşti!Eu am găsit-o şi este a mea! spune Furnică.
-         Cum doreşti! spune Melc dezamăgit şi pleacă încet mai departe.
          Furnică se întoarce la muncă.
-         Mmmm, lasă-mă să mă gândesc. Dacă aş săpa un şanţ sub gustare, s-ar putea să se rostogolească singură în căsuţa mea.
Zelos, Furnică, începu să sape dar cu cât săpa mai mult cu atât greutatea cireşei se lăsa peste corpul său de furnică.
-Mmpf! Cât pe ce să fiu strivit! N-o să meargă!
Cu efort, Furnică se târî de sub cireaşă.
Greiere trecu pe acolo.
-         Salut Furnică! Ce faci?
-         Salut Greiere! Am găsit această gustare delicioasă şi încerc să o duc acasă, spune Furnică.
-         Se pare că treaba nu merge aşa bine. Pare a fi foarte grea. În schimbul unei bucăţi din ea, te voi ajuta eu, spune Greiere.
-         Niciodată! strigă Furnică. Această gustare e a mea şi numai a mea!
-         Cum doreşti! cântă Greiere şi plecă mai departe.
-         Ce-ar fi dacă aş băga o crenguţă mai lungă sub cireaşă? gândi Furnică. Cine ştie, poate că aşa voi ridica cireaşa şi ea se va rostogoli!
Furnică începe să caute o crenguţă lungă. Cu efort, el bagă crenguţa sub cireaşă.
-         Krrr!Arrgh!Nnnh!şi Furnică se încurcă, legănându-se pe capătul crengii. Trage şi trage dar gustarea sa nu se mişcă nici un centimetru.
-         Ori eu sunt prea slab, ori cireaşa este prea grea. În felul acesta nu-mi voi duce niciodată gustarea la căsuţa mea.
-         Zzzzzoemmmm! Albină zboară curios spre Furnică şi gustarea lui uriaşă.
-         Salut Furnică! Munceşti aşa de greu!
-         Salut Albină! spune Furnică. Încerc să duc această gustare delicioasă acasă, dar oricât mă străduiesc, nu reuşesc.
-         Te voi ajuta eu în schimbul unei bucăţi din acea cireaşă gustoasă, spune Albină.
-         Nu eşti primul care se oferă să mă ajute dare u am găsit cireaşa asta şi o vreau numai pentru mine, spune Furnică.
-         Bine, bine! spune Albină. Mergi mai departe dar care-i rostul de a avea cireaşa dacă n-o poţi duce acasă. Mai mult decât atât acea porţie este prea mare chiar şi pentru tine.
Furnică trebui să se gândească la asta pentru un timp.
-         Pe de o parte, Albină are dreptate. Cireaşa este într-adevăr uriaşă. S-ar putea să n-o pot mânca singur, niciodată şi n-o pot aduce la căsuţa mea de unul singur. Trebuie să rezolv în alt fel.
O lumină se strecură în capul lui Furnică.
-         Am o idee!
El chemă pe Melc, Greiere şi Furnică.
-         Am o idee, spune Furnică. Dacă mă veţi ajuta, veţi avea o petrecere acasă unde oricine poate mânca cireaşa gustoasă.
-         Yippee! se bucură Melc, Greiere şi Albină.
Cei patru prieteni îşi unesc puterile. Melc împinge cireaşa cu căsuţa lui, Greiere împinge cu carapacea sa puternică în timp ce Furnică şi Albină stau pe cireaşă şi împing cu picioarele lor puternice. E muncă grea. În cele din urmă reuşesc să aducă cireaşa în casa lui Furnică.
Furnică este aşa fericit şi de uşurat că invită întreaga familie de furnici la petrecere. Împreună ei petrec minunat!

Un video distractiv despre furnici care lucrează împreună ( şi cum ar putea şi oamenii să o facă); www.youtube.com/watch?v=fjyTkagc8BI